Preço dos computadores segue em queda

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Segundo um estudo realizado pela Intel Brasil, o preço médio de computadores caiu em média 61% na última década, embora a capacidade dos computadores tenha crescido cada vez mais o que o tornou um dos primeiros itens na lista de prioridade das famílias brasileiras.

Além do setor de informática, TV e som também fazem parte da lista de produtos em queda nos últimos 10 anos com cerca de 52%. Dentre os fatores que contribuíram para a queda do preço dos computadores foi citado a isenção de impostos sobre produtos de informática, queda do dólar, aumento da fabricação local dos componentes, economia local aquecida, além do próprio aumento da escala do mercado brasileiro que está em uma das primeiras posições mundiais em consumo de PCs.

Esta queda torna acessível à população os computadores com tecnologia avançada. Veja a comparação: em 2003 um computador com processador Intel Celeron de 1.3 GHz, 128 MB de memória RAM e sistema operacional Microsoft Windows XP custava em média R$ 2.100, e hoje com sistema operacional Microsoft Windows 8 e tela sensível ao toque é encontrado com preços a partir de R$ 1.300.

Segundo Fernando Martins, presidente da Intel Brasil, “Dez anos atrás, ter um computador em casa era o sonho de muitas famílias da classe C. Hoje, este sonho nunca esteve tão próximo da realidade”. Fernando Martins afirma também que “A queda de preço do computador, aliado à maior diversificação dos produtos no mercado brasileiro e um esforço conjunto de todo o ecossistema, tornaram o projeto de inclusão digital do Brasil um estrondoso sucesso – nunca o computador foi tão acessível para as camadas mais baixas da população”.

 

Novos modelos de “thin clients” suportam mais recursos

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Lançamentos de “thin clients” da Dell e Hewlett-Packard chegam ao mercado com um processador mais rápido comparado aos modelos anteriores, além de novos recursos gráficos de alta definição e recursos de virtualização para hospedar diversas aplicações em uma única sessão, e assim serem oferecidos como alternativa aos PCs tradicionais seguindo a tendência do ambiente computacional em direção à nuvem.

Os “thin clients” apresentados pela Dell são baseados em processador quad-core da Wyse, denominados D90Q7 e Z90Q7, e dual-core, o Xenith Pro 2. Já a HP fez um upgrade no modelo TM40 com o processador AMD de codinome Richland. Todos suportam pilha de virtualização hipervisores Xen e software servidor e cliente da Citrix.

Nas operações com “thin clients” não há armazenamento local. A partir da conectividade com a rede, rodam aplicativos armazenados em servidores remotos através do uso de tecnologias de virtualização da Microsoft, Citrix e VMware. No caso dos novos “thin clients”, eles são capazes de executar jogos em alta definição nas nuvens bem como processar o ambiente Microsoft Windows 8 com contato via touch screen.

Atualmente os smartphones e tablets já estão sendo vistos como modelos de “thin clients” por terem a capacidade de hospedar aplicativos que são processados em servidores remotos, porém ainda existem diversos aplicativos que são executados localmente no dispositivo e não permitem hospedagem e processamento remotos.

Concluímos assim, que cada vez mais as aplicações passam a ser acessadas remotamente e centralizadas em datacenter, e os novos “thin clients” se compatibilizam ao ambiente de computação em nuvem, onde as empresas podem atualizar o Windows XP para “thin clients” que podem hospedar as instâncias do Windows 7, disse Bob O’Donnell, vice-presidente do programa para clientes e displays da IDC.

Outro dado importante é que os dispositivos “thin clients” custam menos se comparados aos PCs, mas a aplicação concreta de um modelo de computação em nuvem com recursos de software e servidor pode ser cara, completa O’Donnell.

 

Apple apresenta a versão iOS 7

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Tim Cook, presidente-executivo da Apple, apresentou na conferência WWDC (Worldwide Developers Conference) a nova versão do sistema operacional da empresa, o iOS 7, que segundo ele foi a maior mudança feita até hoje.

O novo sistema operacional foi definido por Jony Ive, presidente sênior de design industrial da Apple, como uma “ausência de desordem e ornamentação”, com nova paleta de cores, ícones, tipografia e estrutura. Ágora o usuário terá acesso mais rápido às funções conforme vier a utilizar, e a central de notificação passa a ficar disponível mesmo com a tela bloqueada do dispositivo. Para facilitar a organização, a capacidade de armazenamento de aplicativos em pastas foi ampliado.

Há disponível, um centro de controle com botões de acesso a funções rápidas como ativar e desativar Bluetooth, rede sem fio (Wi-Fi), não perturbe, entre outras.

Na redução do consumo de bateria, o sistema irá monitorar o uso dos aplicativos, deixando alguns em segundo plano apenas nos momentos de maior acesso pelo usuário.

E as novidades não param por aí, o navegador Safari traz uma barra de busca inteligente para acessos de site no formato URL ou ferramentas de busca diferentes e o Siri vem com vozes masculina e feminina, além de nova interface e novos idiomas. Para organizar as imagens há o novo aplicativo Photos.

Ao concluir, Tim Cook citou dados da Apple Store com 900 mil aplicativos dentre eles 375 mil exclusivos para iPad, 6 milhões de desenvolvedores cadastrados que já receberam mais de US$ 10 bilhões (três vezes mais que outras plataformas móveis combinadas), 50 bilhões de downloads desde o lançamento da loja em 2007 e 575 milhões de contas. A empresa possui atualmente 407 lojas físicas distribuídas em 14 países que chegam a receber por volta de 1 milhão de visitantes por mês.

Muitas empresas ainda não fazem monitoramento do desempenho em seus sites

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A grande maioria das empresas não monitora frequentemente o desempenho de seus websites, isso afeta negativamente os índices de satisfação dos clientes e a conversão de vendas online, além de resultar baixa visitação.

Segundo pesquisa levantada fora do Brasil pela Micro Focus, 80% dos entrevistados informaram que nem sempre resolvem os problemas ligados ao site antes que um cliente reclame de alguma página. Já no Brasil, o índice atinge cerca de 87% conforme os executivos consultados que não solucionam os possíveis problemas de forma proativa. Para 72% dos entrevistados, nem sempre eles recebem um sinal automático de alerta de um possível problema no site, seja relacionado por exemplo à lentidão ou ao próprio website estar fora do ar.

Outro fator a ser destacado da pesquisa é que 79% dos gestores de tecnologia da informação (TI) têm a consciência de que alguns eventos aumentam o tráfego nos sites, principalmente em campanhas de divulgação, datas sazonais e feriados, contudo 44% não realizam a devida simulação de desempenho do website para avaliar se a plataforma computacional suportará picos de acessos simultâneos.

O estudo conclui que 69% dos responsáveis das equipes de TI não têm acesso e não são envolvidos no plano de marketing da empresa, onde gera dificuldades para planejar e testar o desempenho do website com certa antecedência para suportar campanhas ou ações que aumentem o tráfego online, e o mais agravante é que 73% deles afirmaram que nem sempre são informados de lançamentos específicos antes mesmo da publicação.