Windows XP deixará de receber assistência a partir de abril de 2014

windows-xpLançado há mais de 10 anos no mercado, o Windows XP, famoso sistema operacional da Microsoft, embora já possua duas versões de atualizações oficiais conhecidas como 7 e 8, ainda não deixou de ser utilizado em todo o mundo.

A StatCounter, empresa de pesquisa de mercado de buscadores, navegadores e sistemas operacionais, relata que o Windows XP ainda é o sistema operacional mais usado em oito países e se for levado em conta que todas as pessoas no mundo tem um computador, o Windows XP passa a ocupar o segundo lugar, ficando atrás apenas da versão Windows 7.

O estudo relata que os países que mais utilizam o XP são:

  • Ilhas Cook: 72%
  • Ilha Norfolk: 70%
  • Coreia do Norte: 61%
  • Eritreia: 58%
  • China: 54%
  • Cuba: 52%
  • Marrocos e Vietnã: 44%

E considerando-se o percentual de representatividade da China, ela supera todas as outras nações.

Embora o número de usuários do Windows XP ainda seja grande, a Microsoft já anunciou que o sistema operacional deixará de receber suporte por volta de sete meses, com a data prevista em 8 de abril de 2014.

 

Tendência dos monitores tradicionais é se transformarem em inteligentes

monitor-inteligenteExiste uma linha de pensamento que o computador do tipo desktop está se tornando obsoleto, mas na verdade o monitor conectado a ele é quem está. Quanto mais se usa dispositivos móveis com tela integrada como notebooks, tablets e smartphones, menos se presta atenção aos monitores sobre as mesas.

Este fato já foi previsto pelos fabricantes que em contrapartida vêm se preparando para lançar o monitor futurista, que além de apresentar um painel LCD com sistema de iluminação e alguns circuitos para tudo funcionar, ele é inteligente, conectado com a web e até portátil. Têm a aparência de um tablet, com processador, sistema operacional como o do Android, tela sensível ao toque e com a possibilidade de armazenamento.

Há quem pergunte qual seria a diferença entre um monitor inteligente (chamado de “Smart Monitor”) e o desktop “All-In-One” (modelo de computador que dispensa o gabinete e é tudo integrado ao próprio monitor), como também entre um monitor portátil e um tablet. Na realidade, hoje em dia, são poucas, e o que vem ocorrendo é que na medida em que os componentes vão ficando cada vez menores e mais modulares, abrem-se caminhos para os fabricantes experimentarem novos conceitos.

A expectativa dos fabricantes é que com o passar do tempo os monitores inteligentes venham substituir o tradicional PC, onde poderá servir como um ambiente de computação casual e bem mais em conta para navegar na internet e rodar jogos simples. A desvantagem será que ao se conectar a um notebook ou tablet, o monitor se tornará “burro” ao toque de um botão, pois quem assumirá o controle será o processador e o sistema operacional do dispositivo.

Com a tendência dos processadores se tornarem bem mais baratos, os monitores inteligentes tomarão o lugar dos antigos.

Para Rhoda Alexander, analista do mercado de monitores da ISF iSuppli, empresa de consultoria sobre consumo de eletrônicos, a categoria de monitores inteligentes é “experimental’ e “indefinida”, devido a comparação entre tablets e modelos All-In-One.

Alexander comenta que desenvolver um monitor inteligente é uma evolução natural do mercado de monitores e complementa, “Em vez de se sentar e esperar para ver o que vai acontecer no mercado de monitores, os fabricantes estão tentando aumentar sua participação para se tornar mais competitivos” e “Eles irão tentar várias abordagens nesse mercado”, assim como fizeram os fabricantes de tablets.

Ainda segundo Alexander “Esta é a grande lição do mercado de tablets” e “Se você criar um cenário de uso atraente, o produto vende como água. Se não fizer isso, irá acumular poeira nas prateleiras”.

Segundo a NPD DisplaySearch, líder mundial em pesquisa de mercado sobre monitores e consultoria, atualmente o mercado de monitores LCD para desktops vem caindo ano a ano e consequentemente os preços também, que é vantajoso para o consumidor e um problema para os fabricantes que acabam perdendo seus lucros.

Com o intuito de driblar este problema, os fabricantes de monitores estão seguindo o caminho aberto pelas novas TVs que possuem conexão com a internet através de navegador e estão repletas de apps e serviços de streaming de conteúdo.

De acordo com a Deloitte, empresa de consultoria, dezenas de milhares de TVs conectadas serão vendidas em todo o mundo em 2013, e que a base instalada de aparelhos com conectividade integrada irá exceder os 100 milhões, além de acreditar que será difícil encontrar uma TV de alta-definição sem possuir qualquer conectividade. E a Ofcom, agência reguladora no Reino Unido, estimou que cerca de 20% das TVs vendidas para os britânicos no primeiro trimestre de 2012 tinha conexão com web.

A Viewsonic, fabricante de monitores, lançou há um ano atrás um monitor de LCD de 22 polegadas, modelo VSD220, com resolução de 1920 x 1080 pixels ao preço nos Estados Unidos em torno de US$ 362, chegando a ser quase o dobro de seu concorrente o ASUS VS228H-P, um monitor LCD “burro” de 22 polegadas com tamanho e resolução similares, porém no modelo da Viewsonic contendo um processador OMAP da Texas Instruments, Bluetooth, Wi-Fi, Ethernet, três portas USB e uma tela sensível ao toque, além de rodar o sistema operacional Android 4.0. O modelo VSD220 é capaz de alternar entre o Android ou uma conexão HDMI a um PC com Windows com o toque de um botão.

Kenneth Mau, gerente de marketing de produto na Viewsonic diz que “A idéia por trás do VSD220 começou com uma mudança no comportamento dos nossos consumidores e a migração dos PCs para os smartphones e os tablets”. Ainda segundo Mau, “milhares” de monitores VSD220 foram vendidos até hoje. “O comportamento dos consumidores mudou de ‘computar’ para ‘consumir’”.

No início o VSD220 era incompatível com a loja Google Play, ou seja, para baixar apps como o Netflix era preciso acessar a loja da Amazon, o que era uma inconveniência. Não era possível rodar alguns apps populares, os que rodavam apresentavam imagem rotacionada em 90 graus, e outro apps tinham uma aparência estranha ou eram meramente incompatíveis. Já as TVs conectadas com um número limitado de apps para streaming de vídeo otimizado para grandes telas não tiveram os mesmos problemas.

“Nem os usuários nem os desenvolvedores de apps Android estão acostumados a rodar o sistema em uma tela de 22 polegadas”, comenta Mau.

Para o próximo mês, a Viewsonic pretende lançar uma versão corporativa de monitor inteligente com Android 4.3, o modelo VSD221, que disponibiliza recursos de gerenciamento com a possibilidade de bloquear o acesso à loja de aplicativos Google Play. Outro modelo, o VSD221, terá uma versão com tela de 24 polegadas e equipada com um processador Nvidia Tegra 3.  Mau comenta que a Viewsonic está trabalhando em conjunto com desenvolvedores assim como com o próprio Google para aprimorar os apps a fim de se tornarem mais compatíveis com grandes telas. Os dois modelos, VSD221 e VSD241, possuem um sensor giroscópico que informa ao app se ele deve funcionar no modo paisagem ou retrato.

A BenQ, uma concorrente da Viewsonic, para resolver os problemas, encontrou duas soluções: projetar os próprios apps e focar na navegação web. Apresentou seu próprio monitor inteligente que ainda não está disponível para venda nos Estados Unidos, o CT2200, que conta com sistema operacional Android 4.0.4 e uma tela de 22,5 polegadas com resolução de 1920 x 1080 pixels, um processador ARM Cortex-A9 dual-core, 8 GB de memória Flash, Wi-Fi 802.11 b/g/n, duas portas USB, um slot para cartões microSD e uma webcam de 1.2 MP.

A BenQ está sendo forçada a repensar o conceito de um monitor com produtos otimizados, seja em produtos para jogos como Starcraft ou pesquisando formas de adicionar inteligência a uma tela tradicional, diz Bob Wudeck, executivo na área de estratégia de mercado e desenvolvimento de negócios da BenQ.

“O modelo tradicional é uma tela que pode ser plugada a um desktop ou notebook”, comenta Wudeck. “Não acreditamos que ele continuará assim. Acreditamos que no futuro você terá mais conteúdo multimídia em seu smartphone, e irá compartilhar mais conteúdo de seu smartphone do que de um computador desktop”, complementa. “E podemos desenvolver um produto baseado nesse conceito”.

Os recursos disponíveis no modelo CT2200 da BenQ são bem semelhantes a um PC tradicional, onde permite enviar fotos sem fio através da rede para a memória interna, ou armazenada na nuvem, serviço oferecido pela própria empresa. Há possibilidade de compartilhar calendário, mensagens e fotos, além de mostrar feeds do Twitter e Facebook, através do app “Family Board”, que faz o navegador ocupar toda a tela independente do tamanho dela.

“Se você pensar sobre a tela e a forma como se comunica com um dispositivo móvel, é possível transformar um monitor em uma gigantesca extensão de um tablet”, diz Wudeck.

De acordo com o analista do mercado de telas da NPD DisplaySearch, Todd Fender, os monitores inteligentes poderão encontrar um espaço no ecossistema existente de dispositivos conectados, se os fabricantes conseguirem transmitir aos consumidores de forma clara todas as suas utilidades.

“Acredito que atualmente há pouca educação no mercado sobre o que é um verdadeiro monitor “inteligente” e o que ele pode fazer”, explica Fender. “Fabricantes de tablets, smartphones e notebooks não estão explicando como seus aparelhos podem ser usados em conjunto com outros periféricos, como um monitor inteligente. Atualmente eles são usados separadamente, mas há vantagens em usar os produtos em conjunto. Por exemplo, os monitores inteligentes podem ter resolução e área útil maiores, então assistir Netflix via streaming em um monitor conectado ao smartphone pode ser uma experiência mais agradável”.

Apesar de com o tempo os monitores inteligentes ganharem mais recursos, seus preços ainda continuarão altos. Os fabricantes dos monitores possuem grande diversidade de processadores ARM disponíveis, e a Intel pretende lançar uma geração de processadores Atom de codinome Bay Trail que, de acordo com os executivos, poderá equipar tablets que custarão em torno de US$ 150 e sinalizam não se preocupar com o mercado dos monitores inteligentes e sim no mercado de tablets e notebooks conversíveis.

Segundo Kenneth Mau, da Viewsonic, nos próximos dois anos os monitores “burros” ainda estarão sobre as mesas, mas com telas maiores, onde as atuais com tamanho entre 17 e 19 polegadas passarão para a ser de 24 e 27 polegadas com resolução 4k.

Atualmente a diferença comparada entre um tablet em um suporte, um PC all-in-one, um monitor inteligente, um tablet 2 em 1 (portátil que tenta combinar as melhores características dos notebooks, como um teclado confortável, com a portabilidade, ergonomia e agilidade dos tablets) ou conversível com tela grande (máquinas que tentam misturar as características mais atraentes de um tablet com a versatilidade de um notebook) já é bem pequena que com o decorrer do tempo pode desaparecer. E por ter durante anos a tecnologia doméstica dado ênfase ao PC Desktop, os fabricantes de monitores almejam que seus produtos tomem maior destaque e passem a se tornar o centro da computação pessoal.

Estudos dos Correios sugerem oferecer e-mail grátis com criptografia

correios

Após as denúncias de espionagem de conteúdos em mensagens eletrônicas pelos Estados Unidos, os Correios no Brasil estudam um serviço de e-mail (correio eletrônico) grátis com criptografia para oferecer à população brasileira.  De acordo com o secretário executivo do Ministério das Comunicações, Genildo Lins, a empresa poderia ser remunerada através da venda de anúncios na página do serviço da mesma forma que os e-mails gratuitos Gmail e Hotmail já propõem.

Para Lins, “É uma grande oportunidade de negócios do ponto de vista dos Correios. Os Correios do mundo hoje não vivem só de cartas, tem que encontrar novas formas de se sustentar”. Através do desenvolvimento de um projeto de certificação digital de mensagens feito pelos Correios foi que surgiu a ideia de oferecer o serviço tanto para pessoas físicas e jurídicas mediante pagamento.

Ainda de acordo com Lins, embora os estudos dos Correios tenham começado antes das denúncias de espionagem de mensagens de brasileiros pelo governo norte-americano, o fato pode acelerar o projeto. Não há prazos estipulados para esse sistema ser concluído, que terá como base as condições de mercado bem como a expectativa de receita dos Correios.

José Eduardo Cardozo, ministro da justiça, em entrevista coletiva na semana passada, destacou a importância do Brasil ter um servidor de raiz para evitar o problema de espionagem.

 

Passamos para a criptografia quântica

criptografiaNovos documentos divulgados pelos jornais “The New York Times” (norte-americano) e “The Guardian” (britânico) revelam que a NSA (Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos) é capaz de quebrar a maioria dos formatos de criptografia da internet, como SSL, HTTPS, e as técnicas de proteção utilizadas em transações bancárias e e-mails. Entretanto, um laboratório de pesquisas da Toshiba, empresa japonesa fabricante de eletrônicos e semicondutores,  já realizou avanços para a difusão da criptografia denominada quântica.

Este sistema de criptografia é baseado nos princípios da física quântica, onde o observador de um determinado experimento tem uma influência direta no seu resultado. As partículas agem de forma diferente quando são medidas diretamente ou não. Caso, por exemplo, haja algum tipo de escuta, a interferência será percebida de imediato o que fará com que a transmissão seja interrompida.

No momento são poucas organizações no mundo que usam esse tipo de sistema, como em alguns bancos em Genebra, na Suíça, ainda com limitações de uso. Apenas a curtas distâncias através de laser, é realizado o processo de transmissão de dados onde só permite a conexão de dois computadores de uma vez.

A Toshiba segue nos estudos para solucionar essa limitação e obter melhorias no sistema através do uso de uma rede de acesso quântico. Resultados em pesquisas permitiu a criação de um detector de fótons que capta 1 bilhão de fótons por segundo para suportar o gerenciamento de raios de fótons em mais de um computador simultaneamente. Seria a possibilidade de um número maior de redes quânticas a se beneficiar com a criptografia bem mais segura comparada com a que temos disponível hoje na web que segue com a tendência de estar ultrapassada.

 

 

Agora disponível o padrão HDMI 2.0

hdmiAssim como o Thunderbolt, USB e MHL, o padrão HDMI também recebe uma nova atualização de versão, agora serão 18Gbps de banda possibilitando a transmissão de vídeo em 4K (2160p) com 60fps (quadros por segundo) e extensão de 32 canais de áudio. Essas novas especificações foram liberadas pelo HDMI Forum (www.hdmi.org), órgão que é responsável pela administração do padrão de conexão de vídeo.

A nova versão, chamada de HDMI 2.0, continuará compatível com a anterior, e cabos de “Categoria 2” (tipo High Speed) suportarão a transmissão da nova largura da banda.  No caso de utilizar cabos mais antigos não será necessário o uso de adaptadores, pois o conector não foi modificado, no entanto a velocidade poderá ficar reduzida.

Assim, a versão HDMI 2.0 disponibilizará resumidamente os seguintes recursos e funcionalidades:

  • 4K@50/60, (2160p), que tem a clareza quatro vezes maior que a resolução de vídeo 1080p/60;
  • Até 32 canais de áudio para uma experiência multidimensional;
  • Frequência com até 1536kHz de amostra de áudio para a mais alta fidelidade;
  • Entrega simultânea de fluxos de dual vídeo para múltiplos usuários na mesma tela;
  • Entrega simultânea de áudio multifluxo para até 4 usuários distintos;
  • Suporte para imagens com proporção de tela 21:09;
  • Sincronização dinâmica dos fluxos de áudio e vídeo;
  • CEC (Consumer Electronics Control) – fornece extensões para comando e controle de dispositivos eletrônicos através de um único ponto de controle.

Anunciada a nova geração de produtos e serviços da VMware

vmware1Na mais recente VMworld 2013, conferência anual sobre virtualização e computação em nuvem da VMware, em sua décima edição realizada em San Francisco, Estados Unidos, foram anunciados vários produtos e serviços voltados à adoção de uma arquitetura de datacenter definida por software. Através das novas ferramentas, a VMware auxilia a TI (Tecnologia da Informação) no gerenciamento e automatização, como também permite que o usuário obtenha o máximo proveito das vantagens de virtualização avançada nas áreas de rede, armazenamento, disponibilidade e segurança.

O evento reuniu mais de 22 mil participantes que puderam conhecer de perto os detalhes do VMware NSX, o VMware Virtual SAN, o VMware vCloud Suite 5.5 e o VMware vSphere com Operations Management 5.5., assim como as demos dessas novas tecnologias.

Um novo modelo de operação de rede é oferecido através da plataforma de virtualização VMware NSX que propõe um aumento na agilidade e melhoria nos ganhos do datacenter.

O VMware Virtual SAN dispõe de uma nova forma simples e com ajuste automático no armazenamento do storage de máquinas virtuais.

O VMware vCloud Suite 5.5 e o VMware vSphere com Operations Management 5.5 apresentam um aumento nos recursos de gerenciamento e automatização que fortalecem a arquitetura de um datacenter definido por software. O VMware vSphere 5.5 por outro lado aumenta o suporte para aplicações críticas de negócios e para novas cargas de trabalho.

Para o vice-presidente executivo de infraestrutura de nuvem e gerenciamento da VMware, Raghu Raghuram, “novos produtos como o VMware NSX e o VMware Virtual SAN vão basicamente redefinir o hypervisor e o seu papel dentro do data center. Combinados com o recém-lançado VMware vCenter Log Insight, esses produtos são a próxima onda de inovação da VMware”.

Raghuram completa que a VMware continua trabalhando para atender as necessidades críticas da TI com relação a arquitetura de incrementar o data center definido por software, focando em uma construção bem mais simples e eficiente para proporcionar maior agilidade e flexibilidade no suporte a velocidade dos negócios dos clientes.

 

Maior foco no uso da mobilidade nas empresas

mobilidadeDurante a Conferência sobre Arquitetura de Aplicações Desenvolvimento e Integração realizada em agosto passado em São Paulo, analistas do Gartner recomendaram para que as empresas tenham maior foco no uso da mobilidade a fim de alcançarem maior competitividade nos negócios, e com isso melhorar o relacionamento com os clientes.

Segundo o Gartner, até o ano de 2017 projeta-se que 25% das empresas terão uma loja corporativa de aplicativos, que traz como vantagens um maior controle das aplicações usadas pelos colaboradores, menos gastos com softwares e uma melhoria nas negociações com fornecedores e também no tratamento com os clientes.

O vice-presidente do Gartner, David Mitchell Smith, comenta que as empresas precisam definir uma estratégia para o uso da mobilidade antes de iniciarem a liberação de serviços por nichos ou departamentos. Cita como exemplo que antes da liberação de e-mails e aplicações, as empresas criem um slogan de como serem móveis e que integrem suas aplicações. E completa: “Não há mais dúvida de que as companhias têm que agir rápido”.

Para o analista responsável pela área desenvolvimento de aplicativos do Gartner, Ian Finley, como hoje a maioria dos usuários não está mais a frente de PCs e sim com dispositivos móveis nas mãos a maior parte do tempo, a mobilidade aumenta as oportunidades para as empresas principalmente no quesito de melhorar o relacionamento com o cliente.

Para as empresas essas mudanças vêm combinadas com novos desafios dentre eles a integração do legado antigo com as novas aplicações. Segundo Finley é possível pular etapas buscando pacotes prontos no mercado e contratando serviços terceirizados, mas recomendou que as soluções sejam definidas dentro da empresa principalmente aquelas que trazem um diferencial competitivo para a estratégia dos negócios.

Os analistas do Gartner destacaram também que juntamente com a mobilidade, as companhias brasileiras também enfrentam desafios para a adoção de aplicações em nuvem, do Big Data e das redes sociais, associados à necessidade que o Brasil terá com relação à infraestrutura para atender os grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo e Olimpíadas. E assim, o Gartner completa, que além enfatizar na redução de custos é preciso também inovar.