Desembargador derruba decisão de bloquear WhatsApp no Brasil

Desembargador derruba decisão de bloquear WhatsApp no Brasil

O corte do serviço seria uma retaliação pelo fato de as operadoras de telefonia se recusarem a fornecer dados para investigações criminais

O juiz da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina (PI), Luiz Moura Correia, proibiu temporariamente a operação do WhatsApp em todo o Brasil depois que as operadoras de telefonia, que têm acesso aos registros do aplicativo, se negaram a ceder informações para uma investigação local sobre crimes envolvendo crianças e adolescentes.

De acordo com o presidente da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações, João Rezende, bloquear o WhatsApp no país não é a solução, embora tenha concordado que a empresa deva fornecer as informações em casos de requisição judicial.

O SindiTelebrasil, Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal, também foi contra a decisão do juiz do Piauí, alegando que a medida é “desproporcional” e que a proibição afetaria o direito de milhões de brasileiros que utilizam o aplicativo.

No dia 26 de fevereiro, um dia depois de noticiada a determinação, a decisão do juiz foi derrubada por ordem do desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí, Raimundo Nonato Alencar, após pedido de liminar por parte das operadoras. O desembargador afirma que o cancelamento da proibição do WhatsApp não desobriga as empresas a cooperarem com a Justiça, repassando as informações solicitadas.

HTTP será atualizado depois de 16 anos

HTTP será atualizado depois de 16 anos
Desde a sua última atualização em 1999 na versão 1.1, o HTTP (do inglês Hyper Text Transfer Protocol, e em português Protocolo de Transferência de Hipertexto), protocolo de comunicação entre um navegador de internet (browser) e um servidor Web, passará por uma nova modificação que trará diversos benefícios, tais como carregamento mais rápido das páginas, itens que chegam com maior velocidade e conexões mais longas.
 
Denominado de HTTP/2, o novo protocolo já foi concluído, de acordo com Mark Nottingham, presidente do grupo de trabalho sobre o assunto na IETF (Internet Engineering Task Force), e a sequência é passar a ser publicado por processos editoriais do RFC (Request for Comments – Pedido para Comentários), que são os documentos técnicos desenvolvidos e mantidos pela instituição.
 
O desenvolvimento do HTTP/2 foi baseado no protocolo SPDY do Google, que atualmente já é utilizado em tecnologias para manipular o tráfego de dados, diminuir a latência e aumentar a segurança.
 
Embora o novo padrão use as mesmas APIs (Application Programming Interfaces – Interface de Programação de Aplicativos) do HTTP atual, que é um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web, serão implementadas uma série de novas ferramentas.
 
Tanto o Chrome como o Firefox já estão disponíveis para testes do HTTP/2 pelos desenvolvedores, no entanto ainda não foi anunciada oficialmente a liberação da atualização final, que alguns preveem acontecer em curto prazo.

Windows Server 2003 não terá mais suporte a partir de julho

Windows Server 2003 não terá mais suporte a partir de julho

Usuários do Windows Server 2003 já foram comunicados pela Microsoft que o suporte ao sistema operacional será encerrado em 14 de julho próximo.

De acordo, o Gartner, empresa de consultoria em tecnologia, mais de oito milhões de máquinas ainda utilizam o sistema operacional, que está no mercado há cerca de 12 anos.

Os usuários também foram alertados para uma possível vulnerabilidade do Windows Server 2003 após julho, já que o encerramento do suporte também significa o término das atualizações de segurança, podendo gerar brechas e tornar arriscada a continuidade da utilização do sistema de redes.

A Microsoft disponibiliza em seu site informações gerais (veja aqui) que orienta profissionais de TI na migração para plataformas como Windows Server 2012 R2, Microsoft Azure ou até mesmo Office 365, 

Para saber mais detalhes sobre o fim do suporte com a Microsoft para o Windows Server 2003, contate a TND Brasil que lhe auxiliará no planejamento da migração e atualização dos dados na sua empresa.

 

Redução de até 22% no valor das ligações de telefone fixo para móvel

 

Anatel anuncia diminuição de até 22 no valor das ligações de telefone fixo para móvel

Segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), as chamadas dentro do Brasil de telefone fixo para celular ficarão mais baratas a partir do dia 24 de fevereiro próximo. As reduções devem variar entre 12% e 22% e refletem as recentes medidas da agência para reduzir a tarifa de interconexão entre as operadoras. A mudança é consequência do Plano Geral de Metas de Competição estabelecido pelo órgão regulador, que determinou a queda dos valores de referência para tarifas de remuneração de redes móveis.

Entenda como serão aplicadas as reduções:

– Chamadas originadas de linha fixa para telefone móvel com o mesmo DDD (discagem direta a distância) passarão por uma redução média na tarifa de 22%. Exemplo: o valor do minuto de uma ligação de linha fixa feita pela operadora Telefônica com DDD 11 (São Paulo) para um destino móvel com número de DDD também 11 cairá de R$ 0,35 para R$ 0,27.

– Chamadas originadas de linha fixa para telefone móvel em que as linhas têm o primeiro dígito do DDD igual terão redução média na tarifa de 14%. Exemplo: uma ligação de um fixo com DDD 61 para um celular com DDD 62 pela operadora Oi terá a tarifa com o valor do minuto reduzido de R$ 0,80 para R$ 0,69.

– Chamadas realizadas de um telefone fixo para um móvel com DDDs diferentes terão redução média de 12%. É o caso de uma chamada de São Paulo (DDD 11) para o Rio de Janeiro (DDD 21), por exemplo. Feita pela Telefônica, o custo da ligação cairá de R$ 0,93 para R$ 0,82 por minuto.

Uso exagerado de dispositivos eletrônicos pode prejudicar o sono

Uso exagerado de dispositivos eletrônicos pode prejudicar o sono

A verdade é que todos nós já desconfiávamos. Mas, agora, a suspeita foi comprovada por um estudo publicado este mês pela revista médica BMJ Open, que dedica-se à publicação de pesquisas médicas e terapêuticas.

Em pesquisa realizada durante um período de 2 anos, associou-se o uso exagerado de dispositivos eletrônicos, principalmente os smartphones, a distúrbios no sono.

Para chegar a esta conclusão, foram avaliados os padrões de sono de quase 10 mil adolescentes na faixa de 16 e 19 anos em dois momentos: usar o celular até a hora de deitar e deixar o aparelho de lado na última hora antes de dormir.

O resultado não podia ser mais conclusivo: o uso exagerado do celular e, consequentemente, o contato extremo com as telas de LCD, causaram problemas para o sono da maioria dos participantes. E a pesquisa foi além, constatando que, quanto mais tempo o jovem permanecia utilizando o aparelho, maior a incidência de insônia.

De acordo com um dos cientistas que colaboraram com a pesquisa, o estudo ligou o uso abusivo dos smartphones à latência do início do sono, ou seja, à quantidade de tempo que se leva para adormecer, e deficiência do sono, com uma relação entre a duração e uso do celular.

Já haviam sido divulgados em outros estudos que a luz emitida pelas telas de LED poderia interferir na produção do hormônio responsável pela sensação de sono em nosso organismo, a melatonina.

Além disso, cientistas noruegueses desconfiam também que a radiação eletromagnética emitida pelos aparelhos eletrônicos seja outra possível causa de uma noite mal dormida. A hipótese já está sendo analisada e muita novidade vem por aí para poder melhorar consideravelmente nossa qualidade do sono.

Microsoft disponibiliza app do Outlook para iOS e Android

Outlook disponível para Android e IOS

Na semana passada, a Microsoft lançou um aplicativo nativo do Outlook para as plataformas  Android e iOS, que acabou gerando elogios e trouxe percepção da empresa no mercado de aparelhos móveis de forma positiva.

Al Hilwa, analista da IDC, empresa que atua na área de inteligência de mercado de tecnologia da informação, comentou que a Microsoft está fazendo a coisa certa colocando essas aplicações populares tanto no Android quanto no iOS, fazendo com que os usuários a partir de agora possam se mover entre as variadas plataformas com as mesmas ferramentas, ganhando agilidade e comodidade.

O novo aplicativo é diferente do atual Outlook.com, que já é utilizado como serviço móvel da Microsoft com acesso via internet, como também do app Outlook WEB, acessado pelos usuários baseados nas tecnologias Exchange e Office 365.

Por não ser um produto originalmente criado pela própria Microsoft, foi adquirido em dezembro passado da empresa desenvolvedora de soluções móveis Acompli, da cidade de San Francisco, Estados Unidos, o app ainda não possui suporte para todos os recursos do Outlook para Windows.

A Microsoft reconheceu que as duas versões do novo app ainda não possuem o suporte completo para as ferramentas administrativas Exchange ActiveSync, que disponibiliza a limpeza remota do smartphone caso ele seja roubado ou perdido, apenas permite a limpeza remota das mensagens de e-mails e seus anexos armazenados.