Balanço da Black Friday confirma recorde de vendas através das lojas virtuais

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De acordo com a E-bit, consultoria especializada em e-commerce, as vendas realizadas pelas lojas virtuais na sexta-feira passada 27/11, na chamada Black Friday, chegaram a bater o recorde ao alcançar o volume de cerca de R$ 1,6 bilhão, apontando um crescimento de 38% quando comparado ao ano passado de 2014.

Houve o registro de um total de 2,77 milhões de pedidos com valor do ticket médio de venda de R$ 580,00. As categorias que geraram maior faturamento sobre as vendas foram telefonia/celulares (22,3%), eletrodomésticos (22,0%), eletrônicos (20,8%), informática (13,3%) e casa e decoração (5,5%).

E conforme levantamento divulgado pela Fundação Procon de São Paulo a respeito dos atendimentos durante o período da Black Friday, foram registradas 1184 reclamações (dentre elas, 562 nas redes sociais e 622 através do telefone e website), demonstrando uma queda em torno de 14,5% ante o ano de 2014. Os motivos das principais reclamações foram: valor do desconto maquiado (28,3%), produto ou serviço indisponível (26,0%), mudança de preço ao finalizar a compra (16,%) e website intermitente (5,1%). Americanas.com, Submarino e Shoptime foram as que lideraram as reclamações.

Esperamos que para as próximas edições da Black Friday diminuam as reclamações e o desejo de todos é que melhorem os preços das ofertas.
 

Update do Microsoft Windows 10 adiciona o aplicativo Sway

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Para aqueles que fizerem o update do Microsoft Windows 10 para a versão mais recente 1511, notarão a adição do aplicativo Sway no pacote Office para auxiliar na produção de modo fácil e ágil de relatórios interativos e apresentações com visual bem atraente, através de textos, imagens, vídeos, documentos, mapas e entre outros.
 
Com o Sway você tem a facilidade de inserir fotos e vídeos diretamente das suas redes sociais, através de upload do computador local ou a partir de fontes públicas da Internet. Ele faz com que a aparência da sua criação fique atrativa em qualquer browser de internet, em qualquer modelo de tela, e você pode compartilhá-la com seus colaboradores e clientes com um simples envio de um link.
 
Vale ressaltar que este aplicativo não é um substituto do já conhecido PowerPoint, sobretudo por permitir a criação de um design bem dinâmico e histórias interativas voltadas para web.
 
Portanto não se trata de um programa de montagem de uma simples apresentação, mas oferece a possibilidade de mesclar álbum de fotos, página web e slideshow, e permite a criação ser feita de modo colaborativo e compartilhado público na web ou dentro da sua empresa.

Suspensa a instalação obrigatória de chip com GPS em veículos novos ao sair da montadora

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Desde o ano de 2006 o governo federal brasileiro tenta aplicar a obrigatoriedade da instalação de chips em veículos novos logo ao sair da montadora com a justificativa de conter roubos e furtos, além de obter um melhor controle sobre a frota.
 
O processo de identificação dos veículos seria através do uso da tecnologia de radiofrequência entre antenas leitoras fixas ou móveis, centrais de processamento de dados, controle e monitoramento. Ao verificar as informações registradas no chip instalado no veículo, resultaria em facilitar a fiscalização com identificação de irregularidades, otimizar a gestão do tráfego e o pagamento de pedágio eletrônico.
 
Porém, os DETRANs (Departamento de Trânsito) de cada estado desde o início não foram favoráveis com esta medida, tanto que estão deixando de cumprir os prazos estabelecidos pelo próprio Conselho Nacional de Trânsito, que havia definido como obrigatório a implantação do chip a partir do mês de maio de 2016.
 
No final do mês passado o governo acabou suspendendo definitivamente através de uma resolução do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) a exigência para que os veículos saíssem instalados da montadora com a função do chip de rastreador e bloqueador, e por considerar que há o risco ao direito de privacidade a mesmo acabou sendo barrada na Justiça que suspendeu o cronograma obrigatório do SIMRAV (Sistema Integrado de Monitoramento e Registro Automático de Veículos) que utiliza o sistema GPS.
 
Entretanto, outro projeto chamado de SINIAV (Sistema Nacional de Identificação de Veículos) que não é baseado no sistema GPS e sobretudo não ferir o direito de privacidade, exige a instalação de chips em todos os carros, caminhões e motos novos ou usados, também já passou por várias mudanças e o seu último prazo para implantação foi prorrogado de 30 de junho deste ano para 1º de janeiro de 2016.
 
Desta forma, uma etiqueta eletrônica deverá ser colada no para-brisa dos veículos automotores, os novos já sairão da montadora com ela e nos usados deverão ser instaladas no momento do licenciamento ou transferência de proprietário.
 
Haverão leitores instalados em pontos estratégicos das cidades como ruas e avenidas, além das rodovias, onde os veículos serão identificados automaticamente através das informações armazenadas no chip, como a placa e a situação de pagamento das taxas, que transmitidos às centrais de processamento do DENATRAN e o DETRAN estadual apresentará um resultado de consulta se o veículo apresenta alguma irregularidade, bem como permitir também controlar a velocidade de deslocamento entre a passagem de dois pontos e aferir com o limite estabelecido na via pela qual o veículo estiver trafegando.
 

Internet Explorer e Edge da Microsoft ainda devem conviver juntos por algum tempo

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Em informativo recente TechNet da Microsoft, comentou-se do questionamento de muitos desenvolvedores e profissionais de TI, e até mesmo de usuários finais do Windows 10, sobre o motivo que leva a Microsoft manter ativos dois navegadores de internet: o tradicional Internet Explorer (IE) e o recém lançado Edge.
 
Tudo remete ao ano de 2001 com os lançamentos simultâneos do sistema operacional Windows XP e o do IE6, na ocasião a Microsoft praticamente dominava todo o mercado de computadores pessoais, os chamados de PCs (Personal Computers), e o browser Internet Explorer 6 representava em torno de 90% da base instalada de navegadores em todo o mundo.
 
Nesta época, a Microsoft desejada inovar o seu navegador num ritmo mais acelerado que o W3C (World Wide Web Consortium, organização fundada em 1994 com o objetivo de reunir empresas, órgãos governamentais e instituições independentes para definir padrões referentes à criação, desenvolvimento e interpretação de conteúdos na Web).
 
Deste modo, consequentemente gerou um distanciamento entre os padrões do W3C. Desenvolvedores começaram a criar websites adaptados e compatíveis ao IE6 que durante alguns anos não foi um problema, sobretudo de ser o browser mais presente na maioria dos PCs, porém com o passar do tempo, foram surgindo novos concorrentes como o Firefox e o Google Chrome que acabaram provocando uma onda de migração de usuários.
 
A Microsoft começou a se preocupar com a queda de mercado no uso do seu browser, e a partir do IE9 apresentou padrões mais próximos ao W3C, contudo de forma muito lenta as versões distintas do IE apresentavam comportamentos diferentes e levou a empresa implementar os chamados “modos de compatibilidade” para que cada versão do browser com suas inovações pudessem ser compatíveis com as antigas.
 
Para garantir em não apresentar problemas de navegação com os websites, o IE acabou forçando os desenvolvedores a realizar testes entre todas as suas versões, gerando retrabalho até a versão 11.
 
Somente em meados de 2014 a Microsoft decidiu de não mais investir no IE e iniciou o projeto de criação de um novo navegador que inicialmente foi chamado de Spartan e no lançamento oficial batizou-se de Edge, que foi originado do código-fonte do IE11, eliminando as linhas de programação relacionadas à compatibilidade e dando ênfase na introdução dos padrões mais recentes do CSS3, JavaScript e HTML5.
 
Portanto, para o entendimento de se manter dois navegadores pela Microsoft, resumimos que o IE11 dispõe do suporte ao “modos de compatibilidade” e às tecnologias de extensão /plug-ins (tais como BHOs, ActiveX, entre outras) presentes ainda em grande parte do ambiente corporativo, e continuará a receber atualizações de segurança durante o período em que o sistema operacional suportar, mas deixam de existir novas funcionalidades. E no caso do Edge, se caracteriza em ser um navegador flexível em inovações, apto a implementar novas funções sem traumas e com muita agilidade, principalmente para os padrões do W3C.

Extensão “.bradesco” é lançada pelo Banco para acesso na Internet

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O Banco Bradesco começou a disponibilizar nesta semana um novo endereço de acesso na internet: banco.bradesco. A empresa passa a ser uma das primeiras no Brasil a ter um domínio de primeiro nível (“generic top-level domains”- gTLDs), que teve a iniciativa do ICANN (“Internet Corporation for Assigned and Numbers”), gestor responsável pelos protocolos de internet e que regulamenta os endereços web em todo o mundo.
 
Em uma breve explicação, o domínio de primeiro nível (chamado de “Top Level Domain” – TLD) é a parte do endereço que está depois do ponto (“.”), como por exemplo os já utilizados .com, .com.br, .org, .net, entre outros. No caso do domínio de segundo nível, o nome da empresa ou do serviço encontra-se antes do ponto (“.”), como exemplo tndbrasil.com.br.
 
O domínio de primeiro nível deixa de ser associado obrigatoriamente a uma categoria para pessoas jurídicas ou físicas, e passa a ser personalizado, resulta em acessos mais intuitivos, práticos e seguros.
 
No caso do Bradesco, ao digitar o nome de um segmento, nicho ou produto do Banco seguido de “.bradesco”, como por exemplo prime.bradesco, private.bradesco, empresas.bradesco ou saude.bradesco, o internauta será redirecionado diretamente à pagina com o conteúdo que ele quer chegar sem ter que passar por um buscador. De qualquer modo, o endereço convencional bradesco.com.br permanece ativo também.
 
De acordo com o diretor de Canais Digitais do Bradesco, Luca Cavalcanti, com a entrada desta nova extensão proporcionará uma experiência de acesso melhorada para os usuários, além de ser mais fácil de assimilar e oferecer aos clientes maior segurança, sobretudo da navegação estar vinculada a um ambiente on-line certificado pelo próprio ICANN, que concede total autonomia ao Banco para gerenciamento desta extensão.
 
Vamos aguardar que em breve teremos outras empresas brasileiras inovando o acesso aos seus sites com facilidade através de novos domínios.