Microsoft irá adicionar filtro de luz azul no Windows

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Alguns meses atrás a Apple anunciou o modo noturno em uma de suas atualizações do iOS 9.3. Desde então, foi levantada a questão do filtro que deixa a tela com as cores mais quentes e menos azuis para não prejudicar os olhos. E as dúvidas são: Realmente é necessária a adaptação da tela através destes filtros? Tal recurso realmente ajuda a dormir, oferece uma leitura melhor e diminuí riscos e danos à visão?

A resposta é rápida e simples: sim. As telas dos computadores foram projetadas para oferecer a luminosidade natural do nosso dia a dia, porém durante o período da noite e madrugada utilizamos iluminação artificial. Assim, a medida que o sol vai se pondo, é indicado diminuir a luz do monitor do computador para que ele emita menos claridade e deixe seus olhos mais confortáveis.

Seguindo esta tendência, a Asus também já dispõe de um aplicativo nativo em seu Zenfone, que tem o objetivo principal de proteção da visão do usuário. E agora é a vez da Microsoft, que está pensando em adicionar o filtro de luz azul em uma futura atualização do Windows 10. Algumas indicações sobre a atualização estavam presentes na última “build” (compilação da versão em testes).

Até o momento, usuários de Windows recorrem a aplicativos de terceiros para atingir esta redução. O F.lux é um dos mais utilizados e está disponível para todas as plataformas. Alguns notebooks já vêm de fábrica com a função de redução de luz do monitor.

Além de influenciar na visão, o modo noturno auxilia também na produtividade, uma vez que sua dedicação na atenção e concentração da memória podem ficar prejudicadas quando há forte luminosidade.

Portanto cuidado: o índice de luminosidade da tela pode ajudar como atrapalhar, diminuir o cansaço depois de um longo dia em frente ao computador, ou com excesso de luz durante todo o dia passa a ser extremamente cansativo.

Dell conclui aquisição da EMC

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A Dell computadores finalizou a compra da EMC por US$ 60 bi, a maior transação na história da indústria de tecnologia da informação. Com esta aquisição, passa a adotar a nova razão social: Dell Technologies.

A EMC é uma empresa especializada em softwares e equipamentos para armazenamento de dados, e possui um portfólio de produtos e serviços vasto que inclui desde computadores pessoais a servidores e equipamentos de rede.

Depois de longos 11 meses de negociação, a Dell e seu parceiro – o fundo de investimento Silver Lake – levantaram mais de US$ 40 bi em financiamentos para concluir a negociação. A EMC também foi atrás e buscou mais de US$ 5 bi em recursos.

Todo esse trâmite foi devido a Dell ser uma empresa de capital fechado, enquanto a EMC atuar com ações na bolsa de valores e ser agregada de outras empresas, subsidiárias ou integrais na participação. Em consequência disso, a Dell terá que emitir relatórios trimestrais sobre os rendimentos das empresas que irão continuar atuando com capital aberto.

O CEO da Dell Technologies, Michael Dell, disse que a fusão cria uma líder de mercado com um portfólio extenso de tecnologias que irá resolver problemas muitas das vezes complexos para clientes em áreas de indústria, tais como nuvem híbrida, data center definido por software, infraestrutura convergente, plataformas como serviço, análise de dados, mobilidade e segurança cibernética.

A partir de agora, o cliente poderá adquirir tudo que precisa na “one-stop shop” de TI.

No entanto, essa fusão pode ser vista como uma resposta a retração de vendas que o mundo da tecnologia enfrentou nos últimos anos. Com a rápida migração para o mercado mobile, a venda de PCs caiu para 10,4% no ano de 2015.

E assim juntas, Dell e EMC podem tirar proveito do momento, já que respectivamente, uma vem focando em mercados de pequeno e médio porte, enquanto a outra atua em grandes empresas.

Manutenção do registro .br terá valor reajustado em 2017

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O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), responsável em cuidar do registro de nomes de domínios, da administração e da publicação do DNS (Sistema de Nome de Domínios), distribuição e manutenção de endereços internet, informou que a partir de 2017 os valores de manutenção do registro dos domínios com extensão “.br” sofrerão reajuste. O custo inicial passará a ser de R$ 40,00 ante R$ 30,00 cobrado desde 2003.

Os valores dos serviços do NIC.br ficaram inalterados por um período de 13 anos, e agora chegou o momento de reajustá-los mesmo que parcialmente, conforme comenta seu diretor-presidente, Demi Getschko, que garante em manter o padrão internacional dos serviços, com segurança e qualidade.

A receita que é gerada, além de cobrir as funcionalidades do Registro.Br, é também investida em melhorias na internet brasileira, que vem sofrendo com turbulências principalmente de agências de telefonia móvel. Projetos que visam a melhoria do tráfego, acompanhamento de incidentes, estudo das novas tecnologias de redes estão sempre em pauta.

O registro de novos domínios e a renovação da manutenção daqueles já registrados poderão ser efetuados com base no valor atual até o dia 31/12/2016, e após essa data os valores serão reajustados em todos os planos de registros que variam com períodos de 1 a 10 anos.

Você pode acompanhar a mudança e tirar todas as suas dúvidas no próprio site do Registro.Br.

Apple removerá da App Store aplicativos incompatíveis com os novos sistemas

1A Apple notificou todos os seus desenvolvedores externos de aplicativos sobre a criação de um novo sistema de avaliação que tem como principal objetivo encontrar aplicativos que estão afetados na App Store.

A ideia é retirar da loja os aplicativos incompatíveis com as versões mais recentes de seus sistemas, liberando maior visibilidade para os novos recursos.

A Apple ressalta que se um aplicativo for encontrado nestas condições, o desenvolvedor responsável pelo App será notificado e terá até 30 dias para efetuar os ajustes necessários. Caso não realizados, os aplicativos serão removidos do sistema permanentemente.

Os arquivos que travam após a inicialização terão a mesma possibilidade de exclusão.

Os mais de 2 milhões aplicativos válidos estão em uma lista de qualidade extrema pelo qual a Apple é aficionada. As atualizações se fazem necessárias em questão das inovações. Quanto mais rápidas as mudanças da Apple, mais interessados os desenvolvedores têm de estar. Afinal, são 100 mil aplicativos lançados toda semana.

Além da avaliação dos Apps, também foi anunciada a mudança no sistema de nomenclatura dos aplicativos. Os nomes agora estão limitados à 50 caracteres. A ideia é impedir os desenvolvedores de manipularem o sistema de busca online para que se ganhe alguma vantagem de acordo com alguns termos usados, estando eles ligados ou não ao aplicativo.

A mudança leva em conta o sistema patrocinado de buscas que a Apple irá lançar com o iOS 10. Ela começou a valer a partir do dia 7 de setembro, mesmo dia em que a empresa anunciou oficialmente ao mercado o novo aparelho iPhone 7.