Por que Investir em Dispositivos de Segurança em sua Empresa?

dispositivos Segurança

Vivemos um momento na história no qual não existe empresa que não dependa da internet em suas operações. Seja no foco principal, em contato com clientes e parceiros ou para divulgar seu negócio, em algum momento será necessário o uso da rede mundial de computadores. A internet está em todos os lugares, mas ainda pode ser um território hostil com pessoas mal intencionadas e para se ver livre e seguro dessas ameaças é preciso usar dispositivos de segurança.

Como manter a segurança em uma rede de computadores?

Segundo a ISO (International Standardization Organization – Organização Internacional para Padronização) um computador seguro é aquele que está o mais livre possível de vulnerabilidade, ou seja, com o menor risco possível de ser invadido por malwares (softwares mal-intencionados) de todos os tipos. Investir em dispositivos de segurança, como um firewall, por exemplo, faz com que você mantenha seu computador e a rede da sua empresa seguros.

Principais Riscos

Se sua sua rede de computadores não contar com dispositivos de segurança, ela se torna vulnerável a todo tipo de ameaça. Desde acarretar problemas mais simples, como apenas danificar o funcionamento de sua máquina, até prejudicar com mais sérios e complexos.

Muitos softwares maliciosos podem invadir o sistema operacional de seu computador e “roubar” alguns de seus dados mais sigilosos, o que pode ser altamente prejudicial para seu negócio.

Se o roubo for de dados bancários, o cibercriminoso poderá vir a utilizá-los para benefício próprio. E milhares de reais poderão ser perdidos em que muitas vezes é praticamente impossível recuperar.

Outros dados sigilosos de sua empresa relacionados ao endereço e telefone de seus clientes, parceiros e funcionários podem resultar em ações de concorrência desleal, além de transtornos para as pessoas envolvidas, como roubos, trotes, chantagens ou golpes.

Para proteger seus computadores, dados e senhas, é importante além dos dispositivos de segurança sempre bom contar com a gestão e controle da Tecnologia da Informação da sua empresa para mantê-la longe destes problemas.

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Soluções Complementares

Além das soluções tradicionais, é sempre importante dispor de um esquema de ações preventivas que auxiliam em manter a segurança, afinal, prevenção nunca é demais.

Sempre oriente sua equipe a não acessar qualquer tipo de site suspeito ou não relacionado com assuntos da empresa, é muito importante estar sempre atento a tudo que é acessado pelos computadores da empresa. Não permita downloads de música ou filmes de fontes que possam não ser confiáveis.

Mantenha sempre um backup de suas principais senhas e dados mais importantes, isso é importante para caso algum vírus os danifique, desta maneira o prejuízo causado pode ser menor.

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Firewall: O que é e como ele pode manter o computador seguro

02Como vivemos numa era digital, é muito comum ouvirmos diariamente alguns termos relacionados ao assunto, mesmo que muitas vezes não saibamos exatamente do que se trata. É o caso do Firewall, você muito provavelmente já deve ter escutado esta palavra, visto que está muito em alta dado ao aumento do interesse das pessoas pela segurança digital, mas você sabe o que significa?

Muitas dúvidas podem surgir em relação a esse assunto, mas não se preocupe! Preparamos uma breve explicação sobre o Firewall e como ele pode deixar o seu computador seguro de ataques e invasões.

A Origem do termo “Firewall”

O termo vem do inglês, na tradução livre “Parede de Fogo”, que também é usado para nomear as portas antichamas que são muito vistas em escadarias de prédios.  Este nome está diretamente ligado à função do firewall: segurança.

O Firewall funciona como uma barreira de segurança, que impede a passagem de dados mal intencionados que podem vir a prejudicar sua máquina, mas permitindo o fluxo de dados que precisa circular.

Os firewalls podem existir em forma de aplicativos (Software) ou de equipamentos externos (Hardware). Eles ficam localizados entre um computador e um link de comunicação, “observando” cautelosamente o fluxo de dados e fazendo uma filtragem daqueles que estão bem intencionados ou não. Neste processo qualquer dado identificado como malicioso é bloqueado.

O Firewall é eficiente tanto quanto para questões empresariais como para domésticas.

Firewall como Software

Quando você compra um novo computador, o firewall já faz parte do seu sistema operacional. Ele começa a exercer sua função de proteção logo no primeiro uso da máquina.

O funcionamento desta ferramenta é simples, o Firewall segue uma série de regras (que podem ser definidas pelo próprio usuário através dos comandos como por exemplo no Windows 7 em diante, Painel de Controle > Sistema e Segurança > Firewall do Windows). Os dados que estiverem de acordo com as regras pré-estabelecidas são aprovados, já aqueles que não estiverem são bloqueados.

No caso das empresas, é bastante comum que se use uma máquina específica como guardiã de todas as outras presentes na rede da corporação. Essa máquina realiza todo o processo de filtragem de dados e de navegação na internet.

Firewall em Hardware

Quando em forma de equipamento, o firewall é muito mais utilizado no ambiente empresarial, pois sua função está em compartilhar recursos com softwares, fazendo com que o processo de filtragem seja mais rápido e eficiente.

O número de pessoas que têm utilizado este recurso em casa, principalmente para proteger sua rede Wi-Fi de possíveis invasores, tem crescido em alta escala nos últimos tempos, pois com as ondas de ataques e invasões que ocorrem nas empresas podem também acontecer com os usuários domésticos.

Todas as dúvidas sanadas? Se quiser saber mais sobre o universo digital ou procurar por serviços e soluções em Tecnologia da Informação, entre em contato conosco através de nosso site www.tndbrasil.com.br e saiba mais!

Fortinet revela baixa segurança e falta de higienização sobre aplicações vulneráveis à ciberataques, e a infecção se espalha em ritmo recorde

26Os cibercriminosos estão explorando vulnerabilidades já conhecidas e maximizam o impacto com uma ameaça híbrida conhecida como “Ransomworms”. A Fortinet, líder mundial em soluções de segurança cibersegurança de alto desempenho, anunciou em 21/08/2017 as descobertas do seu mais recente relatório global de ameaças. A pesquisa revela que o processo de higienização cibernética e o uso de aplicações de risco permitem ciberataques destrutivos do tipo sem fim para tirar proveito de explorações em velocidade recorde.

O resultado deste relatório aponta que a higiene cibernética eficaz é crítica para lutar contra ciberataques de tipo “Worm” (programa que consegue se replicar automaticamente em diversos computadores). A infraestrutura voltada ao “Crime-as-a-Service” (modalidade cibercriminal oferecida como serviço de ciberataques por grupos organizados) e as ferramentas de ciberataques autônomo permitem que operem facilmente em escala global.

Ameaças como a “WannaCry” (software malicioso do tipo “Ransomware”, que criptografa, sequestra, e bloqueia os arquivos do computador) foram notáveis pelo quão rápido eles se espalharam e por sua capacidade de segmentar uma ampla gama de segmentos no mercado. No entanto, esses ciberataques poderiam ter sido amplamente evitados se mais organizações praticassem higiene cibernética consistente. Infelizmente a maioria dos fabricantes ainda estão correndo atrás em explorar o motivo dos seus ciberataques que não foram corrigidos ou atualizados. Para complicar ainda mais as coisas, uma vez que uma ameaça particular é automatizada, os cibercriminosos não estão mais limitados a segmentação de mercados específicos, portanto, seu impacto e alavancagem só aumentam ao longo do tempo.

 Ransomworms

Unindo “Ransomware” com “worm” (verme), passa a ser classificado o novo tipo de Ransonware que o WannaCry foi o precursor, onde consegue-se infectar um sistema sem intervenção de qualquer usuário. WannaCry e NotPetya visaram uma vulnerabilidade que só tinha um patch de atualização disponível por alguns meses. As organizações que foram poupadas desses ciberataques tenderam a ter uma das duas coisas em comum. Eles implementaram ferramentas de segurança que foram atualizadas para detectar ciberataques visando essa vulnerabilidade e/ou aplicaram o patch quando ele ficou disponível. Antes de WannaCry e NotPetya, worms de rede tiveram um hiato durante a última década.

 Criticidade dos Ciberataques

Mais de dois terços das empresas confirmaram “exploits” (que se aproveita da vulnerabilidade de um sistema para invadi-lo) altos ou críticos no segundo trimestre de 2017. Cerca de 90% das organizações registraram “exploits” para vulnerabilidades com três ou mais anos de idade. Mesmo dez ou mais anos após o lançamento de uma falha, 60% das empresas ainda experimentaram ciberataques relacionados. Os dados do segundo trimestre totalizaram, globalmente, 184 bilhões de detecções de “exploits”, 62 milhões de detecções de malwares e 2,9 bilhões de tentativas de comunicações de botnets (consegue infectar um computador e o controla remotamente).

Ação durante o tempo de inatividade: ameaças automatizadas não levam fins de semana ou noites fora. Quase 44% de todas as tentativas de “exploits” ocorreram no sábado ou no domingo. O volume diário médio nos finais de semana foi o dobro dos dias da semana.

Velocidade e eficiência são importantes nos negócios na economia digital, o que significa que há tolerância zero para qualquer dispositivo ou tempo de inatividade do sistema. À medida que se utiliza tecnologia, como aplicativos, redes e dispositivos, evoluem, assim proporcionalmente as táticas de exploração através de “malwares” e “botnets”. Os cibercriminosos estão prontos e capazes de explorar fraquezas ou oportunidades nessas novas tecnologias ou serviços. Em particular, o uso de software questionável e os dispositivos IoT (“Internet of Things” – Internet das Coisas) vulneráveis de redes hiperconectadas representam risco potencial porque não estão sendo geridos, atualizados ou substituídos de modo controlado. Além disso, embora seja bom para a privacidade e a segurança da Internet, o tráfego da Web criptografado também apresenta um desafio para muitas ferramentas defensivas que têm pouca visibilidade nas comunicações criptografadas.

 Uso de aplicativos

Aplicativos que apresentam qualquer tipo de risco criam vetores que abrem uma porta para ameaças. As organizações que permitem uma grande quantidade de aplicativos “peer-to-peer” (P2P) relatam sete vezes mais “botnets” e “malwares” que aqueles que não permitem aplicativos P2P. Da mesma forma, as organizações que permitem muitos aplicativos de proxy relatam quase nove vezes mais “botnets” e “malwares” que aqueles que não permitem aplicativos de proxy. Surpreendentemente, não havia evidências de que o uso mais alto de aplicativos de mídia social ou baseados em nuvem leva a um aumento do número de “malware” e infecções por “botnet”.

 Análise do setor

O setor educacional liderou em quase todos os levantamentos a infraestrutura e uso de aplicativos quando agrupados por tipo de ameaças. O setor de energia apresentou a abordagem mais conservadora com todos os outros no meio.

Dispositivos IoT

Quase uma em cada cinco organizações reportou malware visando dispositivos móveis. Os dispositivos IoT continuam a apresentar um desafio porque não têm o nível de controle, visibilidade e proteção que os sistemas tradicionais recebem.

Tráfego da Web criptografado

Os dados mostram a segunda forte alta neste trimestre para comunicações criptografadas na web. A porcentagem de tráfego HTTPS aumentou em HTTP para 57%. Isso continua a ser uma tendência importante porque as ameaças são conhecidas por usar comunicações criptografadas para cobertura.

Todas as soluções Fortinet que permita que você controle seus diferentes dispositivos, independentemente de onde eles foram implantados, em uma única estrutura de segurança em coletar e compartilhar dados, correlacionar centralmente essa inteligência de ameaças alavancando as tecnologias avançadas, são fornecidas pela TND Brasil, parceira e revenda Fortinet, que irá lhe coordenar todo o processo de segurança com uma resposta unificada em toda a rede distribuída, desde os pontos de sua rede loca, IoT até alcançar a nuvem.