Como surgiu a Microsoft?

 

Independente das preferências de cada pessoa relacionadas ao mundo digital, sabemos que algum produto ou serviço da Microsoft já foi utilizado pela maioria dos usuários de tecnologia em determinados momentos. A grandiosidade da empresa é reconhecida mundialmente e suas contribuições para os avanços tecnológicos são inúmeras. Mas você sabe como essa gigante iniciou sua jornada no mercado?

Hoje, nós responderemos a essa pergunta com detalhes fundamentais sobre a fundação da Microsoft e seu desenvolvimento ao longo dos anos.

Nasce a Microsoft

Em 1975, Bill Gates e Paul Allen – amigos de colégio – decidiram transformar a paixão em comum por computadores em um pequeno projeto de nome Microsoft (junção entre as palavras inglesas microcomputer e software) nos Estados Unidos.

O crescimento

De forma geral, podemos dizer que a Microsoft apresentou-se como um projeto promissor desde o início. No final do ano de 1976, a empresa alcançou balanço de $16,005, uma receita impressionante para a época.

Apenas dois anos depois a Microsoft chega ao Japão com seu primeiro escritório internacional, em uma parceria entre Bill Gates e Kazuhiko Nishi, que durou até o ano de 1986.

É importante lembrar que a empresa também deu largos passos no mercado norte-americano, onde em 1978 já contava com nova sede e nova equipe.

Os primeiros produtos

Quando falamos sobre a ascensão da Microsoft no mercado, precisamos citar alguns produtos que colaboraram intensamente para tal acontecimento. Como é o caso do Basic – e seus variantes – que se destacou como a principal linguagem de programação entre os anos 70 e 80.

Neste sentido, vale citarmos também o Z-80 SoftCard, primeiro hardware lançado pela equipe Microsoft, levado ao público em 1980.

Além disso, temos ainda uma versão alternativa do Unix, lançada também em 1980, que se tornaria o primeiro sistema operacional desenvolvido pela empresa e um dos grandes responsáveis pelo sucesso que conhecemos hoje.

Nessa mesma época, Bill Gates formou um importante laço com Steve Jobs, com a intenção de participar de um novo projeto da Apple. De acordo com parte das pessoas que conhecem esta história, Gates teria copiado a interface gráfica do Macintosh (primeiro computador pessoal da Apple com recursos avançados para trabalhar com imagem, som e vídeo) para vender algo semelhante através da Microsoft. Quando Steve Jobs descobriu o acontecimento, a parceria foi desfeita.

A ascensão

Foi durante a década de 1980 que o grande sucesso da Microsoft aconteceu, através de um acordo com a IBM (Internacional Business Machine), Gates e Allen propuseram-se a desenvolver um sistema operacional para uso no novo computador da empresa.

Porém, com um sistema incompleto, foi preciso que buscassem pela aquisição do Q-DOS, da Seattle Computer Products, para que pudessem aprimorá-lo e transformá-lo no MS-DOS (Microsoft Disk Operating System), que viria a ser o primeiro sistema operacional em disco da Microsoft.

Apesar dos esforços, quem pontuou neste momento foi Steve Jobs, com o Apple Lisa. A interface do MS-DOS não chamou tanta atenção quanto a que foi destaque pelo concorrente, que contava com interface gráfica e operação de teclado combinada com uso de mouse.

Apesar disso, os fundadores da Microsoft haviam adicionado uma cláusula no contrato com a IBM que garantia que os computadores da empresa utilizassem exclusivamente o sistema MS-DOS. Foi assim que este se tornou o padrão da época, para ser futuramente substituído pelo Windows, que contribui com o domínio da Microsoft em relação ao mercado de sistemas operacionais.

Do Microsoft Windows ao Azure

Para facilitar a utilização dos computadores, a Microsoft desenvolveu, em 1985, o Windows 1.0, sistema que utilizava o recurso do mouse, capacidade de utilização de recurso multitarefa, ícones, aplicativos, jogos, interface colorida e outras novidades cativantes.

Com isso, a credibilidade da empresa cresceria ainda mais, conquistando novos fãs ao redor do mundo e garantindo a total consolidação da marca no segmento da tecnologia, que ao longo dos anos passou a apresentar versões de produtos para usuários domésticos e corporativos.

Passando aos anos seguintes chega o Office, composto de um pacote de aplicativos com editor de texto, planilha eletrônica, banco de dados, controle de e-mails. E na sequência, é lançado o banco de dados SQL Server.

Avançando para o ano de 2010, a Microsoft lança a sua primeira plataforma de computação em nuvem, o Azure, destinada à operação de serviços e aplicativos baseada no conceito de contratação e manutenção de ambientes computacionais à distância.

Além de outros produtos e serviços que destacamos, como o Bing (pesquisa na internet), Xbox (console de games), MSN (Microsoft Network – serviços digitais) Surface, entre outros.

Nos dias de hoje

Como sabemos, a Microsoft continua sendo referência quando falamos sobre empresas capazes de desafiar os limites da tecnologia. De acordo com todas as informações ao decorrer do texto, compreendemos que a “rivalidade” criada entre a empresa de Bill Gates e a Apple, de Steve Jobs, é bastante antiga e traz consigo uma grande bagagem.

Ambos os criadores possuem seus méritos inegáveis, e neste sentido, não importam as preferências, já que estamos falando sobre gênios do universo tecnológico.

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Novo vírus rouba dados de computadores mesmo quando desconectados com a internet

virus

De acordo com um grupo de pesquisadores israelenses da Universidade Ben-Gurion do Negev, localizada na região de Be’er Sheva, acaba de ser criado um vírus com a capacidade de roubar dados de computadores mesmo sem estarem conectados com a rede de internet, onde a técnica na verdade é extrair os dados da máquina partindo simplesmente de um telefone celular.
 

Yisrael Mirsky, estudante de doutorado da Universidade e co-autor do estudo, explica que a infecção do malware tem início do seu processo através da transmissão com um pendrive.
 
Assim que executado, o vírus cria uma série de instruções que trafegam entre a CPU e a memória do computador. Na sequência são disparadas emissões de rádio nas frequências GSM, 4G (LTE) ou UMTS que se propagam até serem recebidas por um aparelho celular que ao executar um aplicativo específico capta essas frequências e acaba interceptando os dados do computador.
 
A transmissão do vírus é feita em pequenos pacotes de dados, chegando a aproximadamente um ou dois bits a cada segundo. Mesmo considerando-se baixa essa quantidade, já é suficiente para roubar senhas e informações sigilosas.
 
No estudo foi utilizado um antigo telefone celular da marca Motorola modelo C123, que possui mais de nove anos, onde os técnicos conseguiram capturar os dados de um computador sem conexão com a internet a uma distância média de cinco metros. No caso de se utilizar aparelhos celulares mais modernos, dispondo inclusive de antenas mais potentes, o desempenho da velocidade de transmissão deve crescer consideravelmente, já com um novo receptor projetado, resultaria da extração de mil bits por segundo calculados a uma distância limitada de 30 metros.
 
Esta pesquisa será apresentada nesta semana durante o 24ª Simpósio de Segurança USENIX, na cidade americana de Washington DC, como sendo a primeira a mostrar que é possível roubar dados com origem em malwares entre um computador e o telefone de celular.

Grandes empresas reduzem investimentos com PCs

 

Grandes empresas reduzem investimentos com estação de trabalho

Neste ano de 2015 projeta-se que as grandes empresas em todo o mundo devem reduzir em média 20% o orçamento destinado à aquisição de novas estações de trabalho do tipo PC (do inglês, Personal Computer), em consequência da valorização do dólar, em comparação à maioria das moedas, que está gerando um reajuste nos preços não só dos equipamentos prontos como também das peças de reposição e acessórios.

As informações são da Gartner, consultoria especializada em pesquisas do setor de tecnologia, onde aponta que as empresas tentam prorrogar o tempo de uso de seus computadores em cerca de seis meses, o que corresponde a 10% há mais sobre a vida média útil dos equipamentos quando comparado ao ano passado. No caso da compra de acessórios e periféricos, os mesmos serão deixados de lado por serem considerados como itens secundários na avaliação.

Se as grandes corporações estão fechando a torneira, a esperança para os fabricantes de PCs e acessórios é contar com o mercado das pequenas e médias empresas, que, em fase de renovação ou expansão, devem atualizar suas estruturas com equipamentos mais novos e robustos.

Dell fabricará dispositivos com recarga de bateria de modo sem fio

Dell

A Dell, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo, em parceria com a Alliance for Wireless Power (A4WP), organização sem fins lucrativos dedicada a construir a solução global de carregamento sem fio denominada Rezence, começará a fabricar computadores e outros dispositivos que utilizam bateria com a recarga no modo sem fio.

Atualmente aparelhos do tipo smartphone e pequenos dispositivos eletrônicos já têm disponível essa tecnologia em escala, onde é possível recarrregar a bateria sem depender de estar próximo a uma da tomada, bastando adquirir uma estação de carregamento, apoiar o aparelho sobre a mesma para início do procedimento e deixar de lado a preocupação com o carregador convencional.

Com essa tecnologia de recarga de modo sem fio será possível alimentar baterias semelhantes às dos atuais ultrabooks, com potências que variam de 20 a 50 watts. Além disso, a recarga da bateria dos aparelhos celulares poderá ser feita simplesmente deixando-os sobre um laptop.

Para o vice-presidente de tecnologia da Dell, Glen Robson, a tecnologia em questão, desenvolvida com base no processo de ressonância magnética, permitirá a melhoria na experiência do usuário em relação ao carregamento sem fio, e se estenderá no seu uso para um crescente número de residências e empresas nos próximos anos.

Embora a Dell não tenha uma data prevista para o lançamento de produtos com essa tecnologia, a A4WP irá apresentar o projeto na MWC 2014 (Mobile World Congress) que acontecerá na cidade de Barcelona, Espanha, de 24 a 27 de fevereiro.