IBM Summit: Conheça o computador mais rápido do mundo

 

Recentemente, a humanidade deu mais um passo tecnológico importante: A criação do Summit, da IBM. O projeto é fruto de uma parceria entre a gigante da informática, Nvidia, e o Departamento de Energia dos Estados Unidos, que deu origem ao supercomputador mais rápido do mundo, chamado de Summit. Com ajuda de inteligência artificial e do machine learning (traduzido em português, aprendizado de máquina), a máquina promete revolucionar pesquisas científicas e o modo como lidamos com novos achados.

 

Qual é a capacidade de processamento do Summit, da IBM?

O Summit tem uma capacidade de processamento de 200 petaflops por segundo. Traduzindo, isso significa que ele pode realizar 200 quadrilhões de cálculos neste período de tempo. Isto o torna cerca de um milhão de vezes mais rápido do que um notebook doméstico regular. Dá para imaginar?

Para realizar esse incrível processo, a máquina possui uma robusta estrutura, formada por 37 mil processadores, sendo 9 mil da IBM e 28 mil da Nvidia, tudo conectado por 300 metros de fibra ótica.

 

Por que o Summit é tão importante?

A comunidade científica foi a que mais se animou com o lançamento do Summit. E não é para menos, afinal, seu anúncio oferece muito mais potencial para a pesquisa em diversas áreas do conhecimento. Selecionamos alguns pontos para que você possa entender o que faz dessa máquina tão surpreendente. Confira:

  • O Summit representa uma nova fase na corrida tecnológica entre China e Estados Unidos

Não é novidade que nos últimos anos os Estados Unidos vêm tentando se reafirmar como potência, diante da expansão tecnológica e comercial da China. Neste cenário, sabemos que o antigo supercomputador mais rápido do mundo, o Sunway TaihuLight, era chinês, o que faz com que a partir de agora tudo indique que o Summit iniciará um novo capítulo na batalha para ver quem domina o universo da tecnologia mundial.

  • O Summit permite que cientistas façam longos experimentos em pouco tempo!

Algumas pesquisas exigem anos de análises de dados até serem divulgadas para a comunidade científica.

Com o Summit, este problema está com os dias contados. Sua capacidade impressionante de processar informações e dados faz com que análises que antes levariam dias ou meses para estarem prontas, possam ser feitas em questão de horas. Isso significa que os avanços científicos chegarão muito mais rápido ao cotidiano da população mundial.

  • Inteligência artificial a favor dos questionamentos científicos

A facilidade de processamento demonstrada pelo computador da IBM tende a fazer com que cientistas façam questionamentos cada vez mais ousados e ambiciosos. Com isso, o Summit nos deixa mais próximos de grandes avanços e de respostas ainda não descobertas pela ciência.

 

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O Summit está disponível apenas para pesquisas científicas, mas isso não significa que você não pode contar com tecnologia de ponta no seu negócio. Aqui na TND Brasil, temos um time de especialistas pronto para indicar exatamente o que a sua empresa precisa. Entre em contato conosco e saiba mais por telefone (11) 3717-5537 ou e-mail contato@tndbrasil.com.br.

Expansão da computação em nuvem, como ela te beneficia?

cloud2A expansão da computação em nuvem tem conquistado manchetes na imprensa do mundo todo. A notícia mais recente foi que, em janeiro deste ano, a Alphabet, proprietária do Google, anunciou que investiria US$ 30 bilhões na construção de um novo cabo de dados submarino conectando o Chile a Los Angeles. De acordo com o conglomerado, o objetivo é melhorar os serviços de computação em nuvem que já são oferecidos por eles.

É inegável: a expansão da computação em nuvem deixou de ser o futuro. Hoje, ela é a realidade de quem trabalha com soluções em tecnologia.

 O que é a computação em nuvem?

De acordo com a Microsoft, a computação em nuvem é “o fornecimento de serviços de computação – servidores, armazenamento, bancos de dados, rede, software, análise e muito mais – pela Internet (“a nuvem”)”.

Na prática, isto significa que é possível acessar dados e aplicativos sem que eles estejam instalados na memória física de uma máquina. Alguns exemplos que você provavelmente já usa são o Netflix, o Spotify e o Google Drive.

 Apesar de soar moderna, a expansão da computação em nuvem é tão antiga quanto o próprio computador. A proposta surgiu pela primeira vez na década de 1960, por meio de uma série de profissionais do meio tecnológico. Um deles foi J.C.R. Licklider, que foi uma figura essencial no desenvolvido da Arpanet, a predecessora da internet.

Desde esta época, estudiosos já pensavam em como seria se ninguém precisasse armazenar informações nas memórias físicas de seus computadores. Décadas depois, a ideia vingou: atualmente, especialistas apontam a computação em nuvem como o modo de armazenamento mais seguro da atualidade.

Quais são as vantagens da expansão da computação em nuvem?

Há muitas vantagens que justificam a expansão da computação em nuvem. Algumas são:

  • Em caso de danos físicos à máquina, não há o risco de perda de informações;
  • Caso a máquina seja infectada por algum malware, os dados não podem ser roubados;
  • Os servidores remotos que armazenam as informações contam com um forte esquema de segurança, evitando o roubo destes dados;
  • É possível armazenar grandes volumes de dados sem comprometer a memória física do seu computador;
  • É mais barato pagar por um serviço de computação em nuvem terceirizado do que manter servidores próprios.

Por que a expansão da computação em nuvem é tão acelerada?

Somente no primeiro semestre de 2017, a expansão da computação em nuvem no Brasil ficou na casa dos 20%. Mas isto não acontece só por aqui: é uma tendência mundial.

Além de todas as vantagens citadas, o principal motivo por trás do crescimento é a importância dos dados para os negócios: há quem diga que saímos da Era da Informação e entramos na Era dos Dados.

Isto significa que, graças às soluções digitais, todas as ações corporativas podem ser mensuradas e analisadas para auferir os resultados. Tudo é cada vez mais data driven, ou, em bom português, guiado por dados. Deste modo, os dados tornam-se um ativo importante que as empresas querem, ao mesmo tempo, que sejam acessíveis e estejam a salvo da concorrência.

Com a expansão da computação em nuvem, a tendência é que haja cada vez mais soluções disponíveis para isto. Ela não é mais o futuro: é o presente!

Se você está pensando em se tornar adepto da computação em nuvem para o seu negócio, nós temos a solução! A TND Brasil oferece tudo o que a sua empresa precisa como solução certa em cloud computing. Entre em contato com a gente para saber mais!

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Tenha a oportunidade de conhecer a TND Brasil com seu portfólio de serviços e soluções

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Com atuação no mercado de Tecnologia da Informação há mais de 12 anos, a TND Brasil mantém seu foco no gerenciamento de ambientes computacionais, é especializada no aluguel de equipamentos e fornecimento de softwares como serviços, como parceira é certificada pelos principais fabricantes de hardwares e softwares do mercado.

Será um prazer recebê-lo em nossa sede ou podemos agendar uma visita em sua empresa para conversarmos sobre nosso portfólio de serviços e soluções com o objetivo de atender suas necessidades e expectativas na área de TI.

Acesse nosso vídeo institucional aqui para saber mais sobre a TND Brasil, e aguardamos o seu contato!

Dell lança nova linha do Alienware 18 Gaming Laptop

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A fim de atender diversos pedidos de usuários, a Dell americana anunciou ontem o lançamento da nova linha do seu laptop Alienware 18 Gaming Laptop.

Considerado o mais poderoso da linha até hoje, o novo equipamento da Dell vem com um processador Intel Core i7-4910MQ quarta geração (ou 4940MX), 16GB de memória RAM DDR3L (ou 32GB), disco rígido de 1TB 7.200 rpm (ou SSD de 512GB), tela de 18,4 polegadas WLED FHD (1920×1080), placa de vídeo Dual Nvidia Geforce GTX 970M com 6GB de memória GDDR5 (ou 980M com 8GB), Wi-Fi 802.11ac+Bluetooth 4.0. Tem espessura de 5,67 cm e peso de 5,4Kg.

Voltado para o público experiente em games, o Alienware 18 nos Estados Unidos tem seu preço inicial de 2.899,99 dólares até a configuração top que chega a 4.649,99 dólares. Até o momento não foi anunciada a venda deste novo produto no mercado brasileiro, aguardamos novidades com a Dell Brasil.

Usuários compartilham seus dispositivos sem tomar precauções

Segurança na internet

Segundo pesquisa da B2B Internacional em conjunto com a Kaspersky Lab, 32% dos entrevistados que utilizam dispositivos habilitados para uso na internet, compartilhados com terceiros, não tomam os devidos cuidados para proteger suas informações.

A pesquisa mostra que de cada 3 entrevistados, 1 compartilha seus dispositivos na residência. Dispondo de computador, smartphone ou tablet com acesso à internet, 28% dos entrevistados dividem seus dispositivos com outros adultos, 5% com crianças e cerca de 1% com amigos ou outros conhecidos.

O risco de cair em um golpe cibercriminoso cresce à medida que aumenta o número de compartilhamento de um mesmo dispositivo, contudo a pesquisa aponta que 32% dos entrevistados acreditam que o compartilhamento não traga riscos que resultem em roubo ou perda de dados, 33% costumam fazer cópia de segurança de dados importantes, 32% utilizam senha como proteção e 22% evitam armazenar informações importantes nos dispositivos.

Para Peter Aleshkin, Gerente de Marketing para consumidores dos mercados emergentes da Kaspersky Lab, compartilhar dispositivos aumenta o risco de infecção por malware que pode ocasionar perda de dados e roubo de contas, e dá algumas dicas para se proteger, tais como: fazer backup sempre, excluir informações importantes que não devem cair em mãos erradas (desativar o preenchimento automático e restringir o direito de acesso dos usuários), e principalmente, instalar programas confiáveis que ofereçam proteção.

São Paulo e Nova York estarão ligadas por cabo submarino de fibra ótica

Conexão fibra óptica

Hoje foi anunciado pela Partners Group, gestora suíça de investimentos, o acordo que financiará a construção do primeiro cabo submarino de fibra óptica entre a cidade de São Paulo, Brasil, e Nova York, nos Estados Unidos.

A um custo orçado de US$ 500 milhões, o projeto chamado de Seabras-1 está sendo planejado pela Seaborn Networks, desenvolvedora e operadora de sistemas de cabos submarinos de fibra ótica, utilizará tecnologia de ponta no que diz respeito a serviços de banda larga e conectividade, e a previsão de início da operação é em dois anos.

De acordo com a Partner Group, hoje os cabos que unem Brasil e Estados Unidos transportam em torno de 65% dos dados trafegados entre a América Latina e as demais partes do mundo.

O Banco francês Natixis será responsável pela estruturação da subscrição integral de US$ 270 milhões em títulos sêniores de dívida para financiar o projeto, que em conjunto com o investimento de capital da Partners Group financiará integralmente o Seabras-1, além da venda da capacidade de uso para tráfego de dados à corporações, já confirmando como uma das primeiras participantes a própria Microsoft.

Chegamos ao esgotamento da faixa de alocação de endereços IPv4

Esgotamento do IPv4

A partir de hoje, a alocação de endereços de IP (do inglês, Internet Protocol – Protocolo de Internet) versão 4 entra em sua fase terminal, conforme divulgado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). É o final da disponibilidade de recursos da versão 4 de endereçamento IP, gerando um rígido racionamento.

Segundo o diretor presidente do NIC.br, Demi Getschko, logo na ocasião quando projetava-se a falta de endereços IPs, adotou-se um estoque único entre o Brasil, América Latina e Caribe, e agora, ao atingir o esgotamento, impactou também com fim no Brasil.

A consequência disso é que a partir desse momento as organizações do Brasil receberão no máximo 1024 endereços IPs (semelhante a um prefixo /22) a cada de seis meses, independente da necessidade de blocos maiores.

O NIC.br explica que “Para esse processo de terminação gradual foi reservado o equivalente a dois milhões de endereços IPv4 através de uma política proposta e aprovada pela própria comunidade Internet”. Ao final desse estoque, estarão disponíveis ainda cerca de dois milhões de endereços IPv4 de uso exclusivo para novos solicitantes com limite de 1024 endereços.

Essa situação já ocorreu na Ásia e na Europa há três e dois anos respectivamente. O NIC.br relata que o recurso na versão 4 é limitado a quatro bilhões de endereços, e para a continuidade de uso de expansão da rede será preciso usar o protocolo IP na versão 6 (IPv6).

Com a mudança do sistema de 32 para 128 bits será possível inúmeras combinações imaginando-se, da mesma forma que projetou-se para o IPv4, que será para sempre. Gerará uma demanda de adesão das redes e equipamentos para que se sustente a expansão.

Para Getschko, “O esgotamento de endereços nessa versão do protocolo faz parte do crescimento da Internet, e no Brasil seu crescimento é notavelmente grande. Nesse momento, a preocupação principal é estimular a adoção do IPv6.”

Ainda segundo informações do NIC.br, em torno de 68% das organizações brasileiras que integram a internet como Sistemas Autônomos já estão preparados e iniciaram a alocação de blocos IPv6.

Aplicativo Checkplaca atinge seu primeiro milhão de downloads

CheckPlaca

O Checkplaca, aplicativo para dispositivos móveis do módulo do sistema Sinesp Cidadão (que faz parte do Sistema Nacional de Segurança Pública, a maior plataforma tecnológica sobre segurança pública do país), ultrapassou a marca de um milhão de pessoas que já baixaram o produto.

Por meio de dispositivos móveis (desde dezembro de 2013 nas versões Android e iOS e recentemente BlackBerry e Windows Phone), o aplicativo Checkplaca disponibiliza a qualquer pessoa consultar via internet informações sobre a situação de determinado veículo se consta como roubado, furtado ou clonado em todo o território nacional.

O Serpro, Serviço Federal de Processamento de Dados, responsável pelo desenvolvimento do Sinesp Cidadão, afirma que já foram realizadas mais de 25 milhões de consultas com mais de 33 mil veículos recuperados através do auxílio do banco de dados e ações policiais.

Com disponibilidade 24×7, a consulta de veículo pode ser feita no próprio website do Sinesp (https://www.sinesp.gov.br/sinesp-cidadao) com opção de fazer o download das lojas Google Play e App Store e instalar o aplicativo Checkplaca em seu dispositivo móvel.

De acordo com Louise Silva das Neves, coordenadora de negócio para soluções de segurança pública da Superintendência de Administração Financeira, “As melhorias são sempre agregadas ao produto, baseadas nos comentários feitos pelos cidadãos. Novas possibilidades de aperfeiçoamento também são testadas pela equipe do Serpro para o aprimoramento do aplicativo com a aprovação da Secretaria Nacional de Segurança Pública”.

As informações disponíveis no resultado da consulta até o momento são:

  • Situação do Veículo: Legal ou Não;
  • Descrição do Veículo (Marca, modelo, ano fabricação/ano modelo, cor);
  • Local de origem (Município/Estado);
  • Parte da numeração do Chassi;
  • Alerta de não aproximação do veículo em casos de furto ou roubo.

 

Virtualização em PME favorece o gerenciamento de dispositivos móveis

dispositivos-moveis

A virtualização possibilita que as empresas rodem seus sistemas operacionais em um servidor virtual, dando acesso dessa forma a diversas aplicações sem a necessidade de acesso físico à máquina na qual estão hospedados. Prática já utilizada por grandes corporações vem ganhando cada vez mais adeptos entre as pequenas e médias empresas.

Em tempos onde a mobilidade anda em alta, a virtualização facilita o acesso remoto aos aplicativos das empresas resultando na entrega de respostas mais ágeis, e assim contribui na melhoria das estratégias de negócios.

Outra vantagem refere-se com relação aos custos, uma vez que não há necessidade de grandes investimentos em equipamentos e infraestrutura de tecnologia da informação. Segundo Anderson Germano, gerente de pré-vendas da VMware, fornecedora de soluções de virtualização e computação em nuvem, “A área de TI pode ser enxuta, com duas ou três pessoas para operação. Isso atrai as pequenas e médias empresas, que nem sempre têm pessoal técnico em grande número”.

Ainda, de acordo com Anderson, o aumento do uso de smartphones e tablets em ambientes de trabalho passou a estimular a virtualização, solução esta que favorece o gerenciamento dos dispositivos em ambientes corporativos. Para ele, “A gestão de todos os dispositivos é feita a partir de uma única tela”.

Tecnologia “Li-Fi” conecta a internet através das lâmpadas

li-fi
Uma nova tecnologia para conexão com a internet vem apresentando um progresso bem significativo. Chamada de tecnologia “Li-Fi”, do termo “light fidelity”, foi criada por um grupo de pesquisadores chineses que transformaram lâmpadas comuns em emissoras de sinais “Wi-Fi”, e já há quem pergunte se este será o fim dos roteadores domésticos.

De acordo com os pesquisadores, a eficiência da frequência da luz resultou ser maior que a das ondas de rádio, possibilitando a conexão de até quatro computadores ao mesmo tempo. Na “Li-Fi” a lâmpada recebe um microchip capaz de emitir sinais com taxa de 150 Mbps e assim permite uma transmissão oito vezes mais rápida que a média de pico de conexão no Brasil, que atualmente apresenta uma taxa média de 18,7 Mbps.

Por outro lado, a tecnologia também traz limitações: qualquer objeto que bloqueie a luz irá interromper o sinal da Internet, e não será capaz de penetrar as paredes, como acontece com os sinais das ondas de rádio.

A expectativa é que esta nova tecnologia se propague rapidamente pelo mercado chinês devido ao seu baixo custo, além de fácil expansão num mercado interno onde diariamente cerca de 600 milhões de pessoas utilizam a internet.

A apresentação da “Li-Fi” para o público está agendada em novembro próximo na China International Industry Fair, em Xangai, e contribuirá para possíveis ajustes técnicos e melhorias.